O Jardim Teófilo Braga foi alvo de intervenção em 2025, incorporado nas obras de recuperação da Praça da República.
As zonas pavimentas do jardim foram reduzidas, aumentando consequentemente a extensão de áreas com vegetação e naturalmente permeáveis, tendo sido plantados mais de 13.000 arbustos e 200 árvores.
Nas plantações foram integrados arbustos como Azevinho (Ilex aquifolium) e Camélia (Camellia japónica, Camellia sasanqua), e árvores como Cedro (Cedrus deodara, Cedrus libani), Olaia (Cercis canadensis, Cercis siliquastrum), Nogueira do Japão (Ginkgo biloba), Tulipeiro (Liriodendron tulipifera ‘Fastigiatum’), Magnólia (Magnolia denudata, Magnolia soulangeana), Cerejeira (Prunus ‘Accolade’, Prunus ‘The Bride’), Carvalho (Quercus palustris, Quercus robur ‘Fastigiata’), Tilia (Tilia tomentosa) e Bordo Vermelho (Acer rubrum).
Assim, o Jardim Teófilo Braga transformou-se numa enorme clareira que compreende diversas funcionalidades ambientais como sequestro de CO₂, promoção da biodiversidade, regulação térmica, atenuando o efeito “ilha de calor” comum nos centros urbanos, ao mesmo tempo que potencia a infiltração da água da chuva, evitando inundações e abastecendo o nível freático que sustenta as árvores/plantas da cidade.
A reabilitação deste jardim vem dar continuidade ao projeto de recuperação e expansão de áreas verdes da cidade, temática classificada como intervenção prioritária dentro da estratégia municipal, numa ótica de tornar o Município mais resiliente aos impactos das alterações climáticas.







