Charcos do Parque Oriental

Tipologia

Charcos
Plantas aquáticas

Morada

Rua do Lagarteiro 504

Freguesia

Promotor

Câmara Municipal do Porto

Data de intervenção

2023

Apresentação

No Parque Oriental existem dois charcos, acessíveis através da entrada do parque da Rua do Lagarteiro.

Através da reabilitação realizada em 2023, foram plantadas nestas massas de água várias espécies aquáticas nativas (emergentes e submersas) como carvalhas (Potamogeton crispus), junco-de-folhas-variadas (Juncus heterophyllus), junco-efuso (Juncus effusus), ludevígia-palustre (Ludwigia palustris) e miosótis (Myosotis secunda). Para além da fauna, foram também introduzidos anfíbios como o tritão-de-ventre-laranja (Lissotriton boscai) e observadas larvas de sapo-parteiro (Alytes obstetricans).

Estes charcos compreendem importantes funcionalidades ambientais como depuração da qualidade da água, diminuição do efeito de cheias, apoio à polinização e regulação da temperatura. Estas funcionalidades estão alinhadas com os serviços de ecossistema do próprio Parque Oriental.

A reabilitação dos charcos foi realizada no âmbito do projeto MoRe Porto, agora Água com Vida Porto. Este projeto tem como objetivos principais o aumento do conhecimento das zonas húmidas da cidade, o seu mapeamento, inventário biológico e caracterização, para posterior adoção de medidas de conservação, restauro e criação de novas massas de água.

Parceiros

CIIMAR

Funções ecológicas

Melhoria da qualidade da água; Melhoria da qualidade de vida; Promoção da biodiversidade; Redução de eventos climáticos extremos; Regulação da qualidade do ar; Regulação da temperatura; Regulação de cheias e inundações; Sequestro de carbono

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

3 - Saúde de qualidade; 11 - Cidades e comunidades sustentáveis; 13 - Ação Climática; 15 - Proteger a vida terrestre

OUTRAS SUGESTÕES

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Um parque com um papel crucial, quer na valorização do espaço público, quer na estratégia de renaturalização da cidade. A bacia de retenção e o charco aumentam a biodiversidade local e a fitodepuração. As plantas aquáticas introduzidas ajudam a filtrar poluentes, fixar sedimentos e melhorar a purificação natural da água.
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